Um meio ou uma desculpa?

"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar, enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio.
Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa."

Roberto Shinyashiki

Esta é uma boa lição e quem está começando a vida familiar e/ou profissional agora, tem que levar ao pé da letra.
Não adianta esperar para "daqui a pouco", "ano que vem começo" e coisas tais, pois são decisões difíceis, que têm que ser encaradas, antes de tudo, com coragem.
Quem se imagina sem um fim de semana na balada, para ter um dinheiro a mais na poupança, aguardando o tão sonhado carro, por exemplo?  Quem tem os pés no chão, certamente.
E quantos textos lemos por aí, incentivando a viver o hoje, fazer tudo o que tem vontade, sem se preocupar com o amanhã?
Podemos ter tudo, com bom planejamento. Mesmo quando sabemos, racionalmente, que a vida é "hoje", que "amanhã" pode nem chegar...Mas, pelo sim, pelo não, seja porque somos otimistas, seja porque nos foi dado não ficar pensando num "fim", mas que todos os dias são para recomeço, o lógico é pensar no amanhã.
E, um pouco fora do tema, me pergunto: por que essa obsessão das mulheres por sapatos, roupas, maquiagem, o ter...ter...ter... Ou dos homens, por carros, roupas, acessórios caros, como relógios, noitadas, mulheres, bebidas...Uma busca frenética do que nem eles sabem...
Para realizar sonhos, precisamos dos pés bem fincados no chão. Parece paradoxo?

5 comentários:

✿ chica disse...

Que lindo texto,Lúcia!! Bem verdade.Nada se consegue sem dedicação e construção pouco a pouco! Acabamos de chegar em casa, vim ligar o meu PC e fico feliz com a conexão boa ...Pelo menos isso pra compensar a falta do mar,rs bjs, obrigadão! chica

Beth/Lilás disse...

Lúcia,esse texto do Shinyashiki eu já conheço e gosto muito, lembra-nos da coisa mais importante do mundo que é viver, simplesmente, e não deixar acumular as coisas por fazer.
Quanto à busca insana pelo consumo, faz parte dessas nossas últimas décadas de tanta coisa e variações de objetos e bens de consumo e, olha, lá fora é bem pior, até mesmo na Europa civilizada, o que vemos mais são lojas e mais lojas de marcas maravilhosas e objetos que o ser humano ama. A verdade é que a gente chega numa idade em que acha isso tudo uma tremenda besteira, compramos sim, mas não com aquela fome dos que ainda não acordaram para a beleza natural da vida.
beijos cariocas



meus instantes e momentos disse...

que bom (re)achar teu blog.
belo texto esse do Shinyashiki, muito bom.

Cristina Pavani disse...

Olá, Lucinha!
O mercado está cada vez mais exigente e competitivo; os jovens trabalhadores estão fazendo pós graduação aos domingos - virou moda.
As habilidades e competências nunca bastam frente à crescente busca por performance e eficiência.
A cobrança por alfabetizar crianças aos cinco anos já não basta, já há quem pense baixar mais um ano.
Olha, até mesmo as caríssimas e excelentes palestras-show de Roberto e Eduardo Shinyashiki viraram artigos de consumo em primeira necessidade, sobretudo por nós, trabalhadores da ativa.
E pensar que nos anos 70 idealizávamos esta década como parecida aos desenhinhos dos Jetsons...

Beijão reflexivo

Luma Rosa disse...

Oi, Lúcia!
O problema do ser humano está na auto estima e numa sociedade que vive de aparência; o ter tornou-se sinônimo de felicidade. Infelizmente os pais repassam valores errados para os filhos e culpam o consumismo. Oras... A matemática é muito simples. Pais infelizes criam filhos infelizes. Filhos mimados têm poucas chances de subir na vida.
Aproveito para te convidar a participar da 9ª Edição do BookCrossing Blogueiro que acontecerá entre os dias 08 a 16 de Novembro.
Ficarei feliz com a sua presença!
Beijus,